{"id":8467,"date":"2026-10-26T20:28:00","date_gmt":"2026-10-26T19:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.quelagrow.com\/blog\/mejor-fungicida-tuberculosis-olivo-guia\/"},"modified":"2026-10-27T13:22:38","modified_gmt":"2026-10-27T12:22:38","slug":"melhor-tratamento-tuberculose-oliveira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/blog\/melhor-tratamento-tuberculose-oliveira\/","title":{"rendered":"Melhor tratamento para a tuberculose da oliveira: guia de preven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div style=\"background: #f8fafc; padding: 25px; border-radius: 10px; border-left: 6px solid #1e6ea7; margin: 25px 0; box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.1);\">\n<h2 style=\"color: #1e6ea7; font-size: 24px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Inter', 'Segoe UI', sans-serif; font-weight: 600;\">\u2705 DESTAQUES \u2013 Melhor tratamento para a tuberculose da oliveira<\/h2>\n<ul style=\"list-style: none; padding-left: 0; color: #2d3748; font-size: 17px; line-height: 1.7; font-family: 'Inter', 'Segoe UI', sans-serif;\">\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">O que \u00e9:<\/strong> a <strong>tuberculose da oliveira<\/strong> \u00e9 causada pela bact\u00e9ria <em>Pseudomonas savastanoi<\/em> pv. <em>savastanoi<\/em>, e n\u00e3o por um fungo. Por isso nenhum \u00abfungicida\u00bb a cura: o que funciona \u00e9 proteger a \u00e1rvore antes de a bact\u00e9ria entrar.<\/li>\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">Porta de entrada:<\/strong> a bact\u00e9ria vive na superf\u00edcie das folhas e dos ramos sem causar sintomas e s\u00f3 infeta quando encontra uma <strong>ferida<\/strong>: poda, varejo, colheita mecanizada, granizo ou geada.<\/li>\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">\u00c9pocas de risco:<\/strong> as suas popula\u00e7\u00f5es disparam nos meses amenos e chuvosos (<strong>primavera e outono<\/strong>) e descem no ver\u00e3o; \u00e9 nessas janelas, e logo ap\u00f3s qualquer dano na \u00e1rvore, que os tratamentos rendem mais.<\/li>\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">O cobre como protetor de feridas:<\/strong> aplicados de forma preventiva, os compostos c\u00fapricos reduzem a popula\u00e7\u00e3o bacteriana e o n\u00famero de tumores, mas devem ser usados com modera\u00e7\u00e3o e alternados para evitar resist\u00eancias.<\/li>\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">As nossas solu\u00e7\u00f5es:<\/strong> <strong>QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE<\/strong>, cobre complexado organicamente que refor\u00e7a as defesas naturais da oliveira, e <strong>QUELAFERT\u00ae FOS-Cu<\/strong>, que junta fosfito e cobre com a\u00e7\u00e3o sist\u00e9mica, dentro de um plano integrado de preven\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li style=\"margin-bottom: 12px;\">\u2022 <strong style=\"color: #1e6ea7;\">Abordagem sustent\u00e1vel:<\/strong> o GLUCOBRE est\u00e1 certificado para agricultura biol\u00f3gica e a sua formula\u00e7\u00e3o evita a fitotoxicidade e a acumula\u00e7\u00e3o no solo pr\u00f3prias do cobre convencional, um ponto-chave quando a regulamenta\u00e7\u00e3o europeia limita o cobre aplic\u00e1vel por hectare.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>O que \u00e9 a tuberculose da oliveira?<\/h2>\n<p>A <strong>tuberculose da oliveira<\/strong> reconhece-se pelas excresc\u00eancias que deformam ramos e troncos, mas o dano real \u00e9 menos evidente: uma oliveira afetada perde vigor de forma progressiva, produz menos e fica mais vulner\u00e1vel a qualquer outro stress. Em Espanha, \u00e9 considerada em algumas zonas a terceira doen\u00e7a mais importante do olival, depois do olho-de-pav\u00e3o e da gafa. Segundo um <a href=\"https:\/\/mapa.gob.es\/ministerio\/pags\/Biblioteca\/Revistas\/pdf_Vrural\/Vrural_2006_228_50_54.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo do Instituto Valenciano de Investiga\u00e7\u00f5es Agr\u00e1rias (IVIA) publicado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura espanhol<\/a> (em espanhol), as perdas em variedades sens\u00edveis foram estimadas em cerca de 1,3% da produ\u00e7\u00e3o anual total, com casos locais de perda de quase toda a colheita quando as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas favorecem muito a bact\u00e9ria, como numa queda de granizo na primavera.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Uma bact\u00e9ria, n\u00e3o um fungo: <em>Pseudomonas savastanoi<\/em> pv. <em>savastanoi<\/em><\/h3>\n<p>Muitos olivicultores procuram o <strong>melhor fungicida para a tuberculose da oliveira<\/strong>, por isso conv\u00e9m esclarecer desde j\u00e1 a principal fonte de confus\u00e3o: o agente causal \u00e9 uma <strong>bact\u00e9ria gram-negativa<\/strong>, <em>Pseudomonas savastanoi<\/em> pv. <em>savastanoi<\/em>, e n\u00e3o um fungo. N\u00e3o \u00e9 um pormenor acad\u00e9mico. Condiciona toda a estrat\u00e9gia de controlo, porque boa parte dos fungicidas habitualmente usados no olival n\u00e3o tem qualquer efeito sobre ela. Acontece algo parecido com a <a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/blog\/melhor-fungicida-requeima-batata-guia\/\">requeima da batata<\/a>, causada por um oomiceta e n\u00e3o por um fungo verdadeiro, que tamb\u00e9m exige uma abordagem pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>O ciclo desta bact\u00e9ria \u00e9 do tipo <strong>ep\u00edfito-patog\u00e9nico<\/strong>. Numa primeira fase multiplica-se na superf\u00edcie das folhas e dos ramos sem produzir sintomas, pelo que uma oliveira aparentemente saud\u00e1vel pode estar a transport\u00e1-la. S\u00f3 quando encontra uma via de entrada \u2014uma ferida, a cicatriz deixada pela queda de uma folha ou at\u00e9 os estomas\u2014 atravessa a epiderme e come\u00e7a a fase infecciosa. A partir da\u00ed pode deslocar-se pelos espa\u00e7os intercelulares e at\u00e9 pelos vasos do xilema, formando novos tumores noutras feridas da mesma \u00e1rvore.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Sintomas: tumores e excresc\u00eancias nos ramos e no tronco<\/h3>\n<p>O sintoma caracter\u00edstico s\u00e3o os <strong>tumores<\/strong>, tamb\u00e9m chamados verrugas ou excresc\u00eancias. No in\u00edcio s\u00e3o arredondados e relativamente esponjosos; com o tempo endurecem, tornam-se rugosos e passam de poucos mil\u00edmetros a v\u00e1rios cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Aparecem sobretudo nos <strong>rebentos e ramos jovens<\/strong>, e tamb\u00e9m nos caules e no tronco; com muito menor frequ\u00eancia nas folhas, frutos e ra\u00edzes.<\/p>\n<p>O tumor n\u00e3o \u00e9 um dano mec\u00e2nico: a pr\u00f3pria bact\u00e9ria produz as fitohormonas <strong>\u00e1cido indolac\u00e9tico<\/strong> e <strong>citocininas<\/strong>, que desencadeiam um crescimento descontrolado do tecido no ponto de infe\u00e7\u00e3o. Esse tumor torna-se depois um reservat\u00f3rio: a bact\u00e9ria sobrevive no seu interior de uma campanha para a outra e, quando a humidade \u00e9 elevada, sai sob a forma de exsudados muito carregados de c\u00e9lulas bacterianas, prontas a colonizar novos tecidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Como afeta o olival<\/h3>\n<p>Segundo a <a href=\"https:\/\/www.juntadeandalucia.es\/agriculturapescaaguaydesarrollorural\/raif\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/La-Tuberculosis-del-Olivo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">rede RAIF da Junta da Andaluzia<\/a> (em espanhol), os tumores interferem no transporte de \u00e1gua e nutrientes na \u00e1rvore, o que se traduz num enfraquecimento geral. Os efeitos v\u00e3o muito al\u00e9m do ramo afetado:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Menor crescimento vegetativo<\/strong>, por ficar parcialmente interrompido o transporte vascular acima do tumor.<\/li>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o da produtividade<\/strong>, tanto em quantidade como em qualidade dos frutos, com impacto na produ\u00e7\u00e3o de azeite.<\/li>\n<li><strong>Maior suscetibilidade<\/strong> a outras doen\u00e7as e ao stress abi\u00f3tico (seca, frio, calor).<\/li>\n<li><strong>Perda de vigor em planta\u00e7\u00f5es jovens<\/strong>, ao ponto de comprometer a sua instala\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8485\" src=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo.jpg\" alt=\"Tumores da tuberculose da oliveira num ramo\" title=\"Tumores da tuberculose da oliveira\" width=\"1200\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo.jpg 1200w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/verrugas-tuberculosis-olivo-1000x667.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Como entra a bact\u00e9ria: feridas e \u00e9pocas de risco<\/h2>\n<p>Se h\u00e1 uma ideia que resume toda a estrat\u00e9gia contra a tuberculose \u00e9 esta: <strong>sem ferida n\u00e3o h\u00e1 infe\u00e7\u00e3o<\/strong>. A bact\u00e9ria est\u00e1 presente de forma latente em muitos olivais; o que decide se a doen\u00e7a progride \u00e9 o n\u00famero de feridas abertas no momento em que as popula\u00e7\u00f5es bacterianas s\u00e3o elevadas. Dentro da parcela, dispersa-se com a chuva e os salpicos, as got\u00edculas transportadas pelo vento e as ferramentas contaminadas; a maiores dist\u00e2ncias, com a planta\u00e7\u00e3o de material vegetal infetado, com ou sem sintomas vis\u00edveis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Poda, varejo e colheita mecanizada<\/h3>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es culturais s\u00e3o a principal fonte de feridas no olival. Cada corte de poda \u00e9 uma porta aberta, e uma tesoura ou um serrote que acabou de cortar um ramo com tumores leva a bact\u00e9ria ao corte seguinte. O varejo e a colheita mecanizada acrescentam ro\u00e7aduras, rasg\u00f5es e rebentos partidos em plena \u00e9poca de risco. N\u00e3o \u00e9 por acaso que se tem observado um aumento importante da doen\u00e7a no <strong>olival intensivo e superintensivo<\/strong>, onde a mecaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 total.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Granizo e geadas<\/h3>\n<p>Os acidentes clim\u00e1ticos s\u00e3o o cen\u00e1rio mais perigoso, porque abrem centenas de feridas de uma vez em toda a copa e costumam coincidir com per\u00edodos h\u00famidos. O granizo de primavera, em particular, surge na literatura t\u00e9cnica como o desencadeador das perdas mais graves. As geadas atuam de forma semelhante ao fissurar a casca e os tecidos tenros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Outono e primavera: quando o risco dispara<\/h3>\n<p>Os estudos de din\u00e2mica populacional realizados em olivais espanh\u00f3is mostram que as popula\u00e7\u00f5es da bact\u00e9ria nas folhas e nos ramos s\u00e3o <strong>mais elevadas nos meses amenos e chuvosos<\/strong>, sobretudo na primavera, e significativamente mais baixas no ver\u00e3o. A RAIF situa o intervalo favor\u00e1vel \u00e0 sua prolifera\u00e7\u00e3o entre 10 e 28 \u00b0C, com humidade relativa elevada. O outono e a primavera re\u00fanem, portanto, as duas condi\u00e7\u00f5es de que a bact\u00e9ria precisa: popula\u00e7\u00f5es abundantes e feridas recentes da colheita ou da poda.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; margin: 25px 0; font-family: 'Inter', 'Segoe UI', sans-serif; background-color: #ffffff; box-shadow: 0 1px 3px rgba(0,0,0,0.1); border-radius: 8px; overflow: hidden;\">\n<thead style=\"background-color: #1e6ea7; color: white;\">\n<tr>\n<th style=\"padding: 15px; text-align: left; border: 1px solid #e2e8f0;\">ORIGEM DA FERIDA<\/th>\n<th style=\"padding: 15px; text-align: left; border: 1px solid #e2e8f0;\">TIPO DE DANO<\/th>\n<th style=\"padding: 15px; text-align: left; border: 1px solid #e2e8f0;\">QUANDO PROTEGER<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr style=\"background-color: #f8fafc;\">\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0; font-weight: 600;\">Poda<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Cortes em ramos e tronco; cont\u00e1gio pelas ferramentas<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Imediatamente ap\u00f3s a poda<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0; font-weight: 600;\">Varejo e colheita mecanizada<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Ro\u00e7aduras, rasg\u00f5es e rebentos partidos<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Ap\u00f3s a colheita, coincidindo com o outono-inverno h\u00famido<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"background-color: #f8fafc;\">\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0; font-weight: 600;\">Granizo<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Feridas m\u00faltiplas em toda a copa<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">O mais cedo poss\u00edvel ap\u00f3s a tempestade<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0; font-weight: 600;\">Geadas<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Casca e tecidos tenros fissurados<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Depois do epis\u00f3dio de frio<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"background-color: #f8fafc;\">\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0; font-weight: 600;\">Vias naturais<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Cicatrizes foliares ap\u00f3s a queda das folhas, estomas<\/td>\n<td style=\"padding: 12px 15px; border: 1px solid #e2e8f0;\">Tratamentos preventivos na primavera e no outono<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>A tuberculose da oliveira tem cura?<\/h2>\n<p>A resposta curta \u00e9 n\u00e3o: um tumor j\u00e1 formado n\u00e3o desaparece com nenhum tratamento, e a bact\u00e9ria que cont\u00e9m continua a ser fonte de cont\u00e1gio enquanto permanecer na \u00e1rvore. Os investigadores do IVIA resumem-no assim: o controlo da tuberculose da oliveira \u00abdeve ser essencialmente preventivo\u00bb. O que podemos fazer \u00e9 reduzir fortemente o aparecimento de novos tumores e travar a progress\u00e3o da doen\u00e7a na explora\u00e7\u00e3o, combinando saneamento, boas pr\u00e1ticas culturais e tratamentos nos momentos de risco, dentro de uma estrat\u00e9gia de <a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/\">bioprote\u00e7\u00e3o<\/a> integrada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Porque \u00e9 que o tratamento \u00e9 preventivo e n\u00e3o curativo<\/h3>\n<p>Depois de a bact\u00e9ria atravessar a epiderme e induzir o tumor, fica protegida no interior do tecido, fora do alcance de qualquer produto aplicado \u00e0 superf\u00edcie. Por isso, o objetivo dos tratamentos n\u00e3o \u00e9 \u00abmatar a tuberculose\u00bb, mas atuar em duas frentes ao nosso alcance: <strong>reduzir a popula\u00e7\u00e3o bacteriana ep\u00edfita<\/strong> que vive nas folhas e nos ramos e <strong>proteger as feridas<\/strong> enquanto permanecem abertas. O saneamento completa a estrat\u00e9gia: eliminar os ramos com tumores, cortando abaixo da zona afetada, reduz o in\u00f3culo que alimenta novas infe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>O papel do cobre como protetor de feridas<\/h3>\n<p>Os compostos de cobre s\u00e3o hoje a base do controlo qu\u00edmico da tuberculose, e a sua efic\u00e1cia preventiva est\u00e1 comprovada em ensaios de campo. No estudo do IVIA, oliveiras das variedades Picudo e Arbequina inoculadas com a bact\u00e9ria e tratadas com oxicloreto de cobre ou sulfato cuproc\u00e1lcico \u2014uma vez na primavera e outra no outono durante tr\u00eas anos\u2014 apresentaram popula\u00e7\u00f5es bacterianas muito mais baixas e um n\u00famero de tumores significativamente inferior ao das \u00e1rvores n\u00e3o tratadas. Na Picudo, as \u00e1rvores tratadas terminaram a \u00faltima campanha com entre 500 e 1000 tumores por tratamento, contra 1800 nas n\u00e3o tratadas.<\/p>\n<p>Desse trabalho retiram-se duas conclus\u00f5es pr\u00e1ticas. Primeiro, o <strong>momento de aplica\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 decisivo: os tratamentos c\u00fapricos rendem nos meses amenos e chuvosos, antes de a infe\u00e7\u00e3o dos tecidos sens\u00edveis come\u00e7ar. Segundo, devem ser complementados com aplica\u00e7\u00f5es de <strong>prote\u00e7\u00e3o de feridas<\/strong> ap\u00f3s a colheita e ap\u00f3s epis\u00f3dios de granizo ou geada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Resist\u00eancia ao cobre: alternar e n\u00e3o abusar<\/h3>\n<p>O cobre funciona, mas n\u00e3o \u00e9 infal\u00edvel. Um estudo in vitro apresentado no Simp\u00f3sio Cient\u00edfico-T\u00e9cnico da Expoliva 2015 comparou nove compostos em diferentes estirpes da bact\u00e9ria e verificou que apenas quatro inibiam o seu crescimento. O mesmo trabalho observou que a exposi\u00e7\u00e3o prolongada a compostos c\u00fapricos parece induzir na bact\u00e9ria um mecanismo de defesa que a torna mais resistente.<\/p>\n<p>Por isso recomendamos um uso racional: tratar nos momentos-chave e n\u00e3o por calend\u00e1rio fixo, escolher formula\u00e7\u00f5es de cobre eficientes e alternar com outras ferramentas. Entre essas alternativas, a pr\u00f3pria RAIF menciona o estudo de antagonistas naturais como <em>Bacillus subtilis<\/em> ou <em>Pseudomonas fluorescens<\/em>, na linha do <a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/blog\/controlo-biologico-pragas\/\">controlo biol\u00f3gico de pragas<\/a> e doen\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8519\" src=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda.jpg\" alt=\"Melhor tratamento para a tuberculose da oliveira: cobre ap\u00f3s a poda\" title=\"Tratamento com cobre contra a tuberculose da oliveira\" width=\"1200\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda.jpg 1200w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/tratamiento-tuberculosis-olivo-cobre-poda-1000x667.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Melhor tratamento para a tuberculose da oliveira: QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE e FOS-Cu<\/h2>\n<p>Para p\u00f4r em pr\u00e1tica esta estrat\u00e9gia preventiva \u2014cobre aplicado no momento certo, com efici\u00eancia e sem penalizar o solo\u2014 na Quelagrow dispomos de duas solu\u00e7\u00f5es da nossa gama de <a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/fungicidas-agricolas\/\">fungicidas<\/a>: <strong>QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE<\/strong> e <strong>QUELAFERT\u00ae FOS-Cu<\/strong>. Conv\u00e9m ser claros sobre o seu papel: nenhum deles cura os tumores j\u00e1 formados, porque nenhum produto o faz. A sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ar a oliveira nos per\u00edodos de maior risco, no \u00e2mbito do plano integrado descrito acima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE: cobre complexado organicamente<\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/fungicidas-agricolas\/sulfato-de-cuivre\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/GLUCOBRE.webp\" alt=\"QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE - Cobre complexado biol\u00f3gico\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/fungicidas-agricolas\/sulfato-de-cuivre\/\">\u203a Ver produto<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O <strong>QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE<\/strong> \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o l\u00edquida de cobre complexado com \u00e1cidos gluc\u00f3nicos, a\u00e7\u00facares redutores e \u00e1cidos poli-hidroxicarbox\u00edlicos. Esta forma complexada permite que o cobre seja absorvido com efic\u00e1cia tanto por via foliar como radicular, mesmo em condi\u00e7\u00f5es em que o cobre convencional \u00e9 mal assimilado. Uma vez absorvido, al\u00e9m de cobrir as necessidades deste micronutriente, ativa os mecanismos naturais de defesa da planta, como a <strong>s\u00edntese de fitoalexinas<\/strong>, e melhora a sua resposta \u00e0s doen\u00e7as nas fases mais sens\u00edveis, como o abrolhamento.<\/p>\n<p>\u00c9 uma op\u00e7\u00e3o especialmente interessante para quem procura uma abordagem mais sustent\u00e1vel: por se tratar de cobre complexado organicamente, evita a <strong>fitotoxicidade<\/strong> e a <strong>acumula\u00e7\u00e3o no solo<\/strong> associadas \u00e0s formula\u00e7\u00f5es tradicionais, est\u00e1 <strong>certificado para agricultura biol\u00f3gica<\/strong> e \u00e9 compat\u00edvel com os insetos auxiliares.<\/p>\n<h4>Modo de aplica\u00e7\u00e3o do QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE<\/h4>\n<p>Na oliveira recomendamos <strong>2 a 3 aplica\u00e7\u00f5es<\/strong>, distribu\u00eddas entre o <strong>repouso vegetativo<\/strong>, o <strong>in\u00edcio do abrolhamento<\/strong> e a <strong>plena atividade vegetativa<\/strong>, sempre de forma preventiva, antes do aparecimento dos primeiros sintomas. Doses de refer\u00eancia:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Via foliar:<\/strong> 150-300 ml\/hl, com um volume total de 1,5-3 L\/ha.<\/li>\n<li><strong>Fertirrega:<\/strong> 2-3 L\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>QUELAFERT\u00ae FOS-Cu: fosfito de cobre com a\u00e7\u00e3o sist\u00e9mica<\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/fungicidas-agricolas\/fosfito-cuivre\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/wp-content\/uploads\/quelafert-fos-cu.jpg\" alt=\"QUELAFERT\u00ae FOS-Cu - Fosfito de cobre\" width=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/bioprotectores-agricolas\/fungicidas-agricolas\/fosfito-cuivre\/\">\u203a Ver produto<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O <strong>QUELAFERT\u00ae FOS-Cu<\/strong> combina f\u00f3sforo sob a forma de i\u00e3o fosfito com cobre sol\u00favel. Esta associa\u00e7\u00e3o atua de forma sist\u00e9mica e localizada: protege a cultura a partir do interior, estimula as suas defesas naturais atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de fitoalexinas e favorece a regenera\u00e7\u00e3o dos tecidos, refor\u00e7ando caules e ra\u00edzes. O seu pH \u00e1cido permite a aplica\u00e7\u00e3o foliar ou por rega localizada, e integra-se em programas de <strong>gest\u00e3o integrada de doen\u00e7as<\/strong> em que interessa somar ao cobre a a\u00e7\u00e3o do fosfito.<\/p>\n<h4>Modo de aplica\u00e7\u00e3o do QUELAFERT\u00ae FOS-Cu<\/h4>\n<p>As aplica\u00e7\u00f5es come\u00e7am no abrolhamento e repetem-se a cada 21 a 30 dias, consoante a press\u00e3o da doen\u00e7a, dirigindo-as \u00e0s zonas com maior risco de infe\u00e7\u00e3o; para fruteiras e citrinos, a ficha prev\u00ea 2 a 4 aplica\u00e7\u00f5es por campanha. Como a ficha n\u00e3o inclui uma dose espec\u00edfica para a oliveira, ajustamo-la com a nossa equipa t\u00e9cnica para cada explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Como combinar GLUCOBRE e FOS-Cu<\/h3>\n<p>Ambos os produtos fornecem cobre, pelo que n\u00e3o devem ser aplicados em conjunto: recomenda-se deixar <strong>pelo menos 15 dias<\/strong> entre uma aplica\u00e7\u00e3o com cobre e a seguinte. Nenhum deles deve ser misturado com \u00f3leos minerais, enxofre ou produtos alcalinos, e \u00e9 sempre aconselh\u00e1vel fazer um teste de compatibilidade antes de misturar com outros fatores de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Preven\u00e7\u00e3o da tuberculose da oliveira: boas pr\u00e1ticas<\/h2>\n<p>Nenhum tratamento compensa um maneio que multiplica as feridas ou leva a bact\u00e9ria de uma \u00e1rvore para outra. Estas s\u00e3o as pr\u00e1ticas com maior impacto real, retiradas das recomenda\u00e7\u00f5es da RAIF e do IVIA:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Podar com tempo seco e come\u00e7ar pelas \u00e1rvores s\u00e3s:<\/strong> evitar dias de chuva ou humidade elevada limita a dispers\u00e3o, e deixar para o fim as oliveiras com tumores evita levar o in\u00f3culo para \u00e1rvores limpas.<\/li>\n<li><strong>Desinfetar as ferramentas entre cortes:<\/strong> a RAIF recomenda hipoclorito de s\u00f3dio ou \u00e1lcool a 70%, sobretudo depois de cortar um ramo com tumores.<\/li>\n<li><strong>Eliminar e destruir os ramos afetados:<\/strong> cortar abaixo da zona com tumores e retirar o material da parcela, porque os ramos abandonados continuam a ser fonte de in\u00f3culo.<\/li>\n<li><strong>Reduzir os danos na colheita:<\/strong> regular o varejo e as m\u00e1quinas para provocar menos ro\u00e7aduras e rasg\u00f5es, sobretudo em planta\u00e7\u00f5es intensivas e superintensivas.<\/li>\n<li><strong>Proteger ap\u00f3s cada acidente:<\/strong> granizo, geadas ou ventos fortes abrem feridas em toda a copa; o tratamento preventivo posterior \u00e9 a medida mais rent\u00e1vel da campanha.<\/li>\n<li><strong>Plantar material vegetal certificado:<\/strong> as plantas infetadas s\u00e3o a principal porta de entrada da doen\u00e7a em novas planta\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Quelagrow: bioprote\u00e7\u00e3o para um olival sustent\u00e1vel<\/h2>\n<p>Na Quelagrow somos <a href=\"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/\">fabricante de fertilizantes<\/a> e bioprotetores com produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria em Almer\u00eda, Espanha. A nossa abordagem parte de uma ideia simples: doen\u00e7as como a tuberculose n\u00e3o se resolvem com um produto milagroso, mas com um programa que combina nutri\u00e7\u00e3o, refor\u00e7o das defesas da planta e boas pr\u00e1ticas no momento certo. Por isso desenvolvemos formula\u00e7\u00f5es como o GLUCOBRE e o FOS-Cu, que mant\u00eam a efic\u00e1cia de ferramentas comprovadas como o cobre. Trabalhamos com distribuidores e grandes armaz\u00e9ns agr\u00edcolas para adaptar embalagens, volumes e op\u00e7\u00f5es de marca branca a cada mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre o melhor tratamento para a tuberculose da oliveira<\/h2>\n<h3>A tuberculose passa de uma oliveira para outra?<\/h3>\n<p>Sim. A bact\u00e9ria transmite-se com a \u00e1gua da chuva e os salpicos, com as got\u00edculas transportadas pelo vento e, sobretudo, com as ferramentas de poda e as m\u00e1quinas de colheita. A longas dist\u00e2ncias, a via principal \u00e9 a planta\u00e7\u00e3o de material vegetal infetado, que pode n\u00e3o apresentar sintomas no momento da compra.<\/p>\n<h3>H\u00e1 variedades de oliveira mais sens\u00edveis \u00e0 tuberculose?<\/h3>\n<p>Sim. Na avalia\u00e7\u00e3o de 28 variedades realizada pelo IVIA, Arbequina, Arr\u00f3niz, Nevadillo Blanco de Ja\u00e9n, Pajarero, Picudo e Vallesa foram classificadas como muito sens\u00edveis. Entre as pouco sens\u00edveis est\u00e3o Frantoio, Manzanilla de Sevilla, Manzanilla Cacere\u00f1a, Lech\u00edn de Granada e Villalonga, enquanto Picual e Koroneiki ficaram como moderadamente sens\u00edveis. Nenhuma das variedades avaliadas se revelou resistente.<\/p>\n<h3>\u00c9 poss\u00edvel controlar a tuberculose em olival biol\u00f3gico?<\/h3>\n<p>Sim. O cobre \u00e9 permitido em agricultura biol\u00f3gica, mas com limites: o <a href=\"https:\/\/www.boe.es\/doue\/2018\/317\/L00016-00020.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Regulamento de Execu\u00e7\u00e3o (UE) 2018\/1981<\/a> fixa um m\u00e1ximo de 28 kg de cobre por hectare num per\u00edodo de 7 anos, o que equivale a uma m\u00e9dia de cerca de 4 kg\/ha\/ano. Esse limite torna especialmente interessantes as formula\u00e7\u00f5es de cobre eficientes e certificadas para biol\u00f3gico, como o QUELAFERT\u00ae GLUCOBRE, combinadas com saneamento e boas pr\u00e1ticas culturais.<\/p>\n<h3>A tuberculose e o olho-de-pav\u00e3o s\u00e3o a mesma coisa?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. O olho-de-pav\u00e3o \u00e9 causado por um fungo e manifesta-se por manchas circulares escuras nas folhas, que acabam por cair. A tuberculose \u00e9 causada por uma bact\u00e9ria e produz tumores nos ramos e no tronco. T\u00eam em comum o facto de ambas serem favorecidas pela humidade do outono e da primavera, e de o cobre fazer parte do programa preventivo contra as duas.<\/p>\n<h3>O que fazer com os ramos podados que t\u00eam tumores?<\/h3>\n<p>Devem ser retirados da parcela e destru\u00eddos. Deix\u00e1-los no ch\u00e3o ou amontoados junto \u00e0s oliveiras mant\u00e9m uma fonte ativa de bact\u00e9ria, porque os tumores conservam o in\u00f3culo e libertam-no sob a forma de exsudados com a humidade.<\/p>\n<h3>Como sei se as plantas que compro est\u00e3o livres de tuberculose?<\/h3>\n<p>A melhor garantia \u00e9 comprar <strong>material vegetal certificado<\/strong>. Na Uni\u00e3o Europeia, a certifica\u00e7\u00e3o de plantas de oliveira inclui o controlo de <em>Pseudomonas savastanoi<\/em> pv. <em>savastanoi<\/em> entre os organismos analisados. Como as plantas infetadas podem n\u00e3o ter sintomas vis\u00edveis, a certifica\u00e7\u00e3o vale muito mais do que uma simples inspe\u00e7\u00e3o visual.<\/p>\n<h3>Posso usar GLUCOBRE e FOS-Cu na mesma campanha?<\/h3>\n<p>Sim, mas n\u00e3o ao mesmo tempo. Como ambos fornecem cobre, \u00e9 recomend\u00e1vel espa\u00e7ar as aplica\u00e7\u00f5es pelo menos 15 dias e n\u00e3o os misturar com \u00f3leos minerais, enxofre ou produtos alcalinos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Melhor tratamento para a tuberculose da oliveira: porque \u00e9 causada por uma bact\u00e9ria, quando proteger as feridas com cobre e como preveni-la com GLUCOBRE e FOS-Cu.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[194],"tags":[],"class_list":["post-8467","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bioproteccion-pt"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8467"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8467\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8528,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8467\/revisions\/8528"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.quelagrow.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}